Os preparativos para a Semana Farroupilha estão acelerados no Parque do Gaúcho, localizado Rua Vinte e Quatro de Outubro, 10 – bairro Fátima. Os 79 piquetes instalados no local passam pelos últimos ajustes até a chegada da Chama Crioula, no dia 13 de setembro.
Na quinta-feira (31), o som ambiente do parque era de marteladas e madeiras sendo serradas. Os piquetes têm até o dia 10 de setembro para realizar obras e reformas. O piquete número 14 do parque, Estirpe Crioula, está com tudo pronto, conta o fundador Igor Scherdien, de 43 anos, ao lado das filhas Nicoly da Luz Scherdien, de 21 anos, e Marina da Luz Scherdien, de 15 anos.
“É o momento mais esperado do ano. Quanto mais os dias se aproximam, maior fica a ansiedade. Participamos das demais atividades que ocorrem no parque, porém, a Semana Farroupilha tem uma aura especial, a atmosfera muda”, destaca Igor.
A união familiar e a paixão pelo tradicionalismo gaúcho impulsionaram a fundação do Estirpe Crioula. Fundado em 2014, o piquete possui cerca de 50 membros. “É um espaço familiar. Juntamos os parentes e alguns amigos, e felizmente, deu certo. A partir do dia 13 de setembro faremos atividades todas as noites. Por conta do trabalho dos integrantes, os encontros serão a maioria no período da noite. Faremos jantas, rodas de conversa com chimarrão, músicas nativistas. Será uma grande confraternização entre os membros”, enfatiza.
Entre as atividades diurnas está prevista a visitação de alunos de escolas do município no piquete. “Serão bem-vindos”, diz Igor.
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Tradicionalismo
Os preparativos para a Semana Farroupilha estão acelerados no Parque do Gaúcho, localizado Rua Vinte e Quatro de Outubro, 10 – bairro Fátima. Os 79 piquetes instalados no local passam pelos últimos ajustes até a chegada da Chama Crioula, no dia 13 de setembro.
Na quinta-feira (31), o som ambiente do parque era de marteladas e madeiras sendo serradas. Os piquetes têm até o dia 10 de setembro para realizar obras e reformas. O piquete número 14 do parque, Estirpe Crioula, está com tudo pronto, conta o fundador Igor Scherdien, de 43 anos, ao lado das filhas Nicoly da Luz Scherdien, de 21 anos, e Marina da Luz Scherdien, de 15 anos.
“É o momento mais esperado do ano. Quanto mais os dias se aproximam, maior fica a ansiedade. Participamos das demais atividades que ocorrem no parque, porém, a Semana Farroupilha tem uma aura especial, a atmosfera muda”, destaca Igor.
A união familiar e a paixão pelo tradicionalismo gaúcho impulsionaram a fundação do Estirpe Crioula. Fundado em 2014, o piquete possui cerca de 50 membros. “É um espaço familiar. Juntamos os parentes e alguns amigos, e felizmente, deu certo. A partir do dia 13 de setembro faremos atividades todas as noites. Por conta do trabalho dos integrantes, os encontros serão a maioria no período da noite. Faremos jantas, rodas de conversa com chimarrão, músicas nativistas. Será uma grande confraternização entre os membros”, enfatiza.
Entre as atividades diurnas está prevista a visitação de alunos de escolas do município no piquete. “Serão bem-vindos”, diz Igor.
Aumento da participação de mulheres em rodeio
Os preparativos para a Semana Farroupilha estão acelerados no Parque do Gaúcho, localizado Rua Vinte e Quatro de Outubro, 10 – bairro Fátima. Os 79 piquetes instalados no local passam pelos últimos ajustes até a chegada da Chama Crioula, no dia 13 de setembro.
Na quinta-feira (31), o som ambiente do parque era de marteladas e madeiras sendo serradas. Os piquetes têm até o dia 10 de setembro para realizar obras e reformas. O piquete número 14 do parque, Estirpe Crioula, está com tudo pronto, conta o fundador Igor Scherdien, de 43 anos, ao lado das filhas Nicoly da Luz Scherdien, de 21 anos, e Marina da Luz Scherdien, de 15 anos.
“É o momento mais esperado do ano. Quanto mais os dias se aproximam, maior fica a ansiedade. Participamos das demais atividades que ocorrem no parque, porém, a Semana Farroupilha tem uma aura especial, a atmosfera muda”, destaca Igor.
A união familiar e a paixão pelo tradicionalismo gaúcho impulsionaram a fundação do Estirpe Crioula. Fundado em 2014, o piquete possui cerca de 50 membros. “É um espaço familiar. Juntamos os parentes e alguns amigos, e felizmente, deu certo. A partir do dia 13 de setembro faremos atividades todas as noites. Por conta do trabalho dos integrantes, os encontros serão a maioria no período da noite. Faremos jantas, rodas de conversa com chimarrão, músicas nativistas. Será uma grande confraternização entre os membros”, enfatiza.
Entre as atividades diurnas está prevista a visitação de alunos de escolas do município no piquete. “Serão bem-vindos”, diz Igor.