A decisão do PT de manter pré-candidatura própria ao governo do Rio Grande do Sul em 2026 aprofunda um impasse interno entre a direção estadual e a executiva nacional do partido.
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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O diretório gaúcho reafirmou o nome de Edegar Pretto como pré-candidato ao Palácio Piratini, mantendo uma deliberação já adotada anteriormente. A posição foi consolidada em reunião recente da executiva estadual.
Segundo a direção no Estado, a manutenção da candidatura própria está vinculada à estratégia de construção de uma frente com outros partidos e à organização do palanque no Rio Grande do Sul para a disputa presidencial.
A decisão ocorre em meio a divergências com a direção nacional do partido. A cúpula petista defende a formação de uma aliança com o PDT, com apoio ao nome de Juliana Brizola ao governo estadual. A proposta é tratada como alternativa para unificar forças no campo político no Estado.
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Setores do PT no Rio Grande do Sul resistem a essa orientação e sustentam que a definição sobre candidatura própria deve ser mantida no âmbito estadual. A divergência ainda não foi resolvida.
Paralelamente, Pretto tem sinalizado a manutenção de seu nome na disputa e iniciou movimentos para viabilizar a candidatura, incluindo o processo de desincompatibilização da presidência da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).